quinta-feira, 20 de junho de 2019

UMA HISTÓRIA DE VIDA...PARA QUEM AINDA TEM MÃE!


Só depois do falecimento da minha mãe
por Fátima Cardoso

Imagem tirada do Google


Passei minha adolescência e parte da minha vida adulta criticando minha mãe.
Achava ela uma chata, que só pegava no meu pé querendo controlar tudo. Queria conhecer meus amigos, os pais dos meus amigos e com quem eu saía, frequentava todas as reuniões da escola e fazia questão de conversar em particular com cada professor. Na adolescência não me deixou viver no meu pequeno mundo particular, meu quarto, como muitos amigos que viviam trancafiados em seus quartos, se sentindo independentes e tendo sua privacidade respeitada. Quando entrei para a faculdade, ocasionalmente ela olhava meu material para se certificar que eu estava frequentando as aulas. Me pressionou a começar a trabalhar, e para minha surpresa exigiu que eu me comprometesse a pagar alguma conta das nossas despesas da casa. Sendo que eu queria gastar todo meu dinheiro com minhas coisas, meus mimos, minhas baladas.
Numa tarde fria ela se foi desse mundo… Parecia que eu estava sob efeito de anestesia, não entendia que ela havia morrido, que não teríamos mais a presença dela em casa. Confesso que uma mistura de sentimentos tomou conta de mim: medo, alívio, culpa, independência.
Anos depois é que eu fui entender que a minha mãe me amava e só estava cuidando de mim, o que eu próprio não fazia tão bem, mesmo quando me tornei adulto. Só depois de muitas “quedas” na vida e de terapias é que passei a reconhecer o seu valor, o valor das suas atitudes e parar de me culpar por ter sido tão rude com ela e não ter aproveitado mais a sua companhia.”
Quantos filhos ruminam por anos a fio a sua ingratidão para com a mãe?
Quantas mães, antes de partirem, choram a dor do desrespeito dos seus filhos?
Sabemos que pai e mãe não são perfeitos, são seres em evolução como todos os outros seres, porém muitas vezes os filhos exigem perfeição deles. E a mãe sente-se super exigida, pela sociedade, religião, pela própria família e por seus filhos.
Ao exigir perfeição dos pais, muitos filhos passam a vida inteira olhando para trás, para o passado, lamentando pelo que não receberam e desvalorizando o que receberam dos pais.
Mãe e pai dão o que têm para dar, o que sabem dar. É importantíssimo lembrar que eles te deram a vida, ou seja, o que você tem de mais valioso foram eles que te deram.
Pare de reclamar, se entenda com seus pais, faça tudo o que puder para que uma compreensão possa surgir enquanto eles estiverem vivos, pois foi deles que você veio. Assim, quando eles deixarem o mundo – e algum dia eles, você e todos nós deixaremos – você não se sentirá culpado, não se arrependerá e saberá que fez tudo o que pôde para resolver suas dificuldades com eles. Desta forma, você se fortalece e passa a caminhar na vida olhando para frente, para o futuro e produzindo melhores resultados como forma de agradecer a mamãe e ao papai.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

O PROBLEMA É QUE MUITAS VEZES INVESTIMOS TEMPO DEMAIS EM ALGUÉM QUE NUNCA ESTÁ DISPONÍVEL PARA NÓS

 
Foto tirada do GOOGLE


Luiza Fletcher
Todos queremos nos sentir apreciados, valorizados e amados. Aposte naqueles que estão disponíveis para você.


Algo fundamental para que os relacionamentos sejam sempre prósperos é a reciprocidade, que acontece quando as pessoas envolvidas se esforçam na mesma medida para que as coisas deem certo e a relação possa amadurecer a cada dia. No entanto, nem sempre a reciprocidade existe. De fato, muitas vezes nos relacionamos com pessoas que aproveitam de nosso amor e cuidado, mas nunca oferecem nada em retorno.

É claro que quando amamos alguém queremos fazer o nosso melhor para que essa pessoa esteja sempre feliz, sem nos importarmos com recompensas, mas a realidade é que, quando não exigimos nem as coisas mais básicas em retorno, como respeito e consideração, estamos apenas magoando a nós mesmos e nos sujeitando a relacionamentos tóxicos, onde damos tudo e não recebemos nada.
Não existe falta de tempo, existe falta de interesse

As pessoas que nos negligenciam, muitas vezes, dão desculpas para o seu comportamento: falta de tempo, muitos compromissos, trabalho desgastante ou rotina complicada, mas a verdade é que é apenas falta de interesse, porque quando realmente nos importamos com alguém, encontramos tempo para estar ao seu lado.

O tempo é um dos bens mais valiosos que temos na vida, por isso escolhemos sempre gastá-lo da maneira mais satisfatória para nós, ao lado das pessoas e coisas que valorizamos. Assim, se uma pessoa não se interessa em passar tempo com você, é porque provavelmente não acredita que você seja importante o suficiente para merecer sua companhia.

Apesar de essa realidade machucar, não podemos obrigar outra pessoa a nos valorizar, a nos tornar parte de suas vidas, nem devemos. A melhor coisa que podemos fazer por nós mesmos em situações como essa é enxergarmos o nosso próprio valor.

Somos pessoas especiais e temos muito para alcançar na vida, mas para que possamos seguir em frente é importante usarmos nosso tempo com mais sabedoria, investindo nas coisas e pessoas que nos correspondem e contribuem para a nossa evolução.

Se você perceber que está em um relacionamento unilateral, em que a outra pessoa não faz nada por você, analise a situação e compreenda se a falta de equilíbrio está relacionada a algum problema que é possível resolver, ou se a outra pessoa apenas não tem interesse em você.

Se perceber que a realidade é essa, faça o melhor para si mesmo: afaste-se e invista seu tempo em coisas e pessoas melhores.

Todos queremos nos sentir apreciados, valorizados e amados, e nos sentimos bem quando estamos ao lado de pessoas que retribuem tudo aquilo que fazemos por elas. Devemos sempre prezar a reciprocidade e equilíbrio em nossos relacionamentos.
Valorize mais o seu próprio tempo e aposte naqueles que constantemente mostram que estão disponíveis para você. Sua vida se tornará muito mais significativa e feliz dessa maneira!

terça-feira, 14 de maio de 2019

4 COISAS QUE É MELHOR MANTER EM SEGREDO, SEGUNDO O HINDUÍSMO

Do Google


quarta-feira, 8 de maio de 2019

O QUE PRECISAMOS APRENDER SOBRE ‘COLOCAR LIMITES’ E‘ DIZER NÃO’

Tailane Sifuentes

Quando se fala em “limites”, é fácil associar somente à “regras a serem seguidas” (na educação infantil, por exemplo), falar “não” aos outros ou não ter determinadas condições para fazer algo (por exemplo, na frase “sinto-me muito limitada”). Porém compreender nossos limites, e os limites que damos aos outros, vai muito além disso e ajuda muito no fortalecimento da nossa autoestima.

Estabelecer limites está diretamente relacionado à autorresponsabilidade e ao senso de valor pessoal, portanto, quando você pratica um, você automaticamente está praticando os outros.

Dar limites implica em tomar a responsabilidade por si mesmo e pela sua vida nas suas mãos, o que, por um lado, impede que os outros interfiram além da conta na sua vida, mas por outro, que você deixe de ficar esperando receber dos outros o tempo todo.

É dizer não quando alguém vem lhe pedir que faça alguma coisa por ele que você não quer ou não pode fazer. Porém, também é parar de esperar que as pessoas se ofereçam ou façam coisas por você, principalmente, sem você pedir. É parar de esperar que as pessoas adivinhem seus gostos e necessidades.

Estabelecer limites pressupõe estar aberto a confrontos, conflitos e conversas difíceis, o que também impõe que você esteja aberto a livrar-se de rótulos de bom moço ou boa moça e que entenda que críticas a você e ao seu modo de ser podem acontecem.

Também implica em “segurar-se” mediante o desconforto do outro. É tornar o outro responsável pelo seu próprio crescimento.
Estabelecer limites implica em parar de fugir, parar de evitar. Implica em aguentar a cara feia dos outros para você. As caras de desaprovação, de coitadismo, as caras que fazem ao tentar fazer você se sentir culpado, egoísta ou chato.

Sentir-se implicado a ser a pessoa “boazinha”, que diz sim para tudo, que precisa manter todos alegres e satisfeitos, acaba por fazer que você se confunda e se perca de você mesmo. Assim, você começa a não se sentir “autorizado” a decidir sobre as coisas e começa a procrastinar, pedir a opinião dos outros, deixa de fazer o que lhe agrada e não se sente capaz de fazer as coisas sozinho ou tomar certas atitudes.

Colocar limites nas relações e em si mesmo de forma autoconsciente e flexível, é uma forma de exercer o amor e o respeito por si mesmo e pelo outro. É uma forma de evitar ressentimentos e a chance de uma explosão raivosa acontecer diminui consideravelmente.

Precisamos superar o desconforto e alterar nossas crenças. Eu posso gostar de uma pessoa e mesmo assim não aprovar determinado comportamento. Quando faço isso, minha forma de amar torna-se mais sincera e mais concreta.

Podemos ser compassivos e abertos e, ainda sim, responsabilizar as pessoas por seus comportamentos. A chave é separar a pessoa de seu comportamento. Falar sobre o que estão fazendo, e não quem são.
Seja aberto sobre o que pensa, o que tolera e o que não tolera. Abandone as indiretas e a linguagem defensiva. Seja claro e objetivo, porém calmo e respeitoso.

É possível ser gentil e firme ao mesmo tempo. Reveja suas crenças e o que acredita sobre si. Só é possível colocar limites à medida que você se conhece e se aceita.

segunda-feira, 22 de abril de 2019

ALIMENTOS QUE NÃO É RECOMENDADO COMER



Dr. Victor Sorrentino é um médico, escritor e palestrante brasileiro. É filho de cirurgião plástico e desde criança esteve envolvido na área da saúde.

Atualmente, ele é conhecido como símbolo de um movimento médico que trabalha para possibilitar a longevidade saudável.

Abaixo, compartilhamos com você uma publicação muito interessante de Victor que conquistou os leitores. Uma lista de alimentos que nenhum ser humano deveria comer. Confira!

“Fiz uma listinha dos alimentos que NÃO recomendo a nenhum ser humano ingerir. Espero que seja útil!

1. Nuggets
Se você imagina que está comendo peito de frango à milanesa, fique sabendo que esse alimento é feito de pasta de frango adornada por proteínas vegetais, amido de milho ou farinhas e goma. E que,no Brasil, a lei exige que os nuggets sejam compostos de no mínimo 10% de proteína e de no máximo 30% de carboidratos. Além de pré-frito em óleo vegetal e adicionado uma montanha de químicos para dar a liga como Guar, Xantana C35H49O29, Ácido ascórbico (ou derivados), Tripolifosfato de sódio Na5P3O10.

2. Miojo
Flocos de milho transgênico lavados em xarope de frutose e cobertos por açúcar refinado e adicionados de corantes coloridos e conservantes diversos. Quem precisa disso e ainda acha que é comida leve e saudável?
Macarrão instantâneo é pré-cozido e pré-frito em gordura vegetal antes de ser embalado. O tempero é o campeão de glutamato monossódico e inosinato dissódico, substâncias químicas realçadoras de sabor que são altamente tóxicas e inflamatórias.

3. Salsichas e peito de peru
A proteína de alimentos embutidos talvez não faça sentido algum diante da carga química presente nesses alimentos. Geralmente possuem doses altíssimas de nitritos e nitratos que são altamente cancerígenos. Não se enganem, não há nada light em peito de chester light, o negócio é química pesada mesmo.

4. Margarina
Pela milionésima vez, margarina nem chega a ser comida, é uma substância comestível inventada pela indústria para substituir a manteiga que tem o processo de fabricação mais caro e trabalhoso. Troque a margarina por manteiga, por favor!

5. Farinha Láctea
Farinha de trigo + açúcares + conservantes. Vai dar isso para o seu filho por quê?

6. Bolacha recheada Farinha + gordura hidrogenada + açúcar: tudo isso vicia e muito! Já postei aqui sobre esse lamentável alimento que muitas famílias deixam à disposição das crianças diariamente. Veneno puro. Ah, bolacha maisena, água e sal, maria, clubsocial, tudo péssimo para a saúde de qualquer pessoa.

7. Refrigerante e suco de caixinha
Para quem não sabe, um faz tão mal quanto o outro. Refrigerante, pela quantidade de glicose estratosférica em líquido e suco, pela quantidade de frutose e outros aditivos, fora a pasteurização que leva embora qualquer resquício de nutriente da fruta.

8. Cereais Açucarados
Flocos de milho transgênico lavados em xarope de frutose e cobertos por açúcar refinado e adicionados de corantes coloridos e conservantes diversos. Quem precisa disso e ainda acha que é comida leve e saudável?

9. Requeijão (até o light)
Eu me dei ao trabalho de copiar os ingredientes do requeijão industrializado, bem diferente do creme de queijo que pode ser feito em casa e que levaria leite, creme de leite ou manteiga, e vinagre. Se o leite for orgânico e não de caixinha, a receita pode ser saudável. Mas vamos aos componentes do requeijão do mercado: Leite desnatado/integral, creme de leite, manteiga, cloreto de sódio(sal), fermento lácteo, estabilizantes difosfato dissódico e fosfato trissódico e conservadores ácido sórbico e nisina, estabilizante polifosfato de sódio (INS 452), corante dióxido de potássio (INS 202), leite padronizado reconstituído, caseinato de cálcio, pirofosfato de sódio e pirofosfato ácido de sódio, regulador de acidez ácido láctico, conservador sorbato de potássio, agente de firmeza cloreto de cálcio, regulador de acidez ortofosfato de sódio, coalho. Preciso dizer mais?

10. Barrinha de Cereal
A maioria delas são ricas em açúcar e sódio e os cereais de baixa significância nutricional. É o maior engodo do mercado de alimentos dos últimos anos, pois muita gente pensa que está comendo algo super saudável!

Bem, acima estão apenas citados FATOS!! A decisão por colocar esses “produtos alimentícios” (que nem dá para chamar de comida) no seu carrinho será sempre SUA, assim como as CONSEQUÊNCIAS de tal ato também serão só suas (ou de seus filhos, caso seja o responsável por suas compras).

Meu papel é INFORMAR sobre o que existe de melhor e também de PIOR para a sua saúde. O que cada um fará com essa informação está fora de minha alçada, embora deseje do fundo do meu coração que todos alcancem uma vida mais plena, saudável e longe de doenças.


Seu futuro está em suas mãos, e de mais ninguém.”

sábado, 20 de abril de 2019

QUEM FALA DOS OUTROS PARA VOCÊ TAMBÉM FALA DE VOCÊ PARA OS OUTROS


Marcel Camargo
“Precisamos estar atentos aos tipos de pessoas que convivem ao nosso lado, tendo a consciência de que aqueles que gostam de fofocar exageradamente irão nos colocar, uma hora ou outra, como personagem de alguma história maldosa, uma vez que é isso o que os fofoqueiros fazem e têm para dar, é disso que eles vivem e se alimentam.”

Um dos maiores prazeres de certas pessoas vem a ser falar das vidas alheias. A fofoca remonta a tempos imemoriais, sendo encontrada em narrativas bíblicas, autobiográficas e ficcionais, hoje presente nos enredos das novelas e nos bastidores do mundo artístico. Já foi estopim de conflitos entre povos, derrubou governos e assolou a vida de famosos. Ela está em todo lugar, o tempo inteiro e atinge a todos, com maior ou menor intensidade.
Infelizmente, a fofoca se vale do que possa diminuir o outro, tornando-o pior aos olhos das pessoas, uma vez que busca não mais do que o escândalo. Talvez nem exista quem não goste de tomar conhecimento de algum aspecto negativo do outro, no entanto, há quem faça disso um modo de vida, há quem não consiga deixar o outro em paz, ou seja, há quem não consiga cuidar da própria vida.
Com o advento da internet e dos aplicativos nos celulares, as notícias correm cada vez mais céleres, alcançando milhares de pessoas em questão de minutos. Vídeos pessoais, falas particulares, fotos, entre outros, acabam viralizando virtualmente, tornando qualquer um de nós vulnerável a cair em armadilhas capazes de manchar nossa imagem de uma forma intensa e cruel. Reerguer-se, então, poderá levar muito tempo, mas jamais seremos os mesmos após essa devassa
É preciso muito cuidado ao comentarmos sobre as vidas alheias, principalmente tendo cautela com a pessoa com quem conversamos. Ninguém consegue passar a vida sem que chegue alguma fofoca a seus ouvidos, o que será inevitável, e talvez por isso o problema maior nem resida tanto em quem vem comentar as coisas conosco, mas sim na forma como agimos quando isso ocorre. Caso não alimentemos ou instiguemos ainda mais os comentários, eles morrerão ali – e isso faz toda a diferença.
Precisamos estar atentos aos tipos de pessoas que convivem ao nosso lado, tendo a consciência de que aqueles que gostam de fofocar exageradamente irão nos colocar, uma hora ou outra, como personagem de alguma história maldosa, uma vez que é isso o que os fofoqueiros fazem e têm para dar, é disso que eles vivem e se alimentam. Cabe a nós não dar ouvidos ou não passar nada daquilo adiante, caso contrário, fatalmente acabaremos em maus lençóis.
Já teremos tantas dificuldades e dissabores a serem enfrentados nessa vida, que não vale a pena trazermos para junto de nós ainda mais problemas, por conta de uma companhia que sente prazer em maldizer quem quer que seja. Escolher com sabedoria e tenacidade as pessoas a quem abriremos os nossos corações será essencial para que possamos enfrentar o mundo com mais chances de não cair demoradamente.
Cuidarmos essencialmente da nossa própria vida, nesse percurso, poderá nos livrar de muitas armadilhas e de gente dispensável e inútil. E é assim que sorriremos mais vezes, como deve ser.
Fonte: https://osegredo.com.br

sábado, 6 de abril de 2019

SAÚDE DO SEU CORAÇÃO


Ansiedade relacionados ao estresse do dia a dia podem ocasionar infarto do miocárdio até mesmo em pacientes jovens

Escrito por Paulo Chaccur
Cardiologia - CRM 22868/SP



Coração acelerado, tremor nas mãos, pernas ou no corpo, angústia, apreensão, irritabilidade, dificuldade de concentração, perturbação do sono, rubor, suor excessivo, ganho ou perda de peso sem uma razão específica. Esses sintomas são familiares para você?
Pois saiba que esses são alguns dos principais sinais de transtorno da ansiedade generalizada (TAG), distúrbio que vem preocupando a cardiologia, não apenas no Brasil, mas globalmente.
De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 9,3% dos brasileiros apresentam os sintomas da patologia, número três vezes maior que a média mundial e que deixam o país no topo do ranking de casos registrados.
É natural sentirmos ansiedade em determinados momentos, como nas horas que antecedem um acontecimento importante, uma entrevista de emprego, uma experiência nova, uma prova, teste, apresentação ou ao expor ideias.
A ansiedade é uma reação normal em situações que podem provocar expectativas, insegurança, medo ou dúvidas. No entanto, quando esse sentimento é negativo ou paralisante, algo está errado.
Ansiedade em excesso faz mal ao organismo. Quando o nível de ansiedade é desproporcional aos acontecimentos geradores do transtorno, causa sofrimento e interfere na qualidade de vida, gerando diversos sintomas físicos, além dos emocionais que afetam o desempenho familiar, social e profissional dos indivíduos.

Perigos para o coração

Para sistema cardiovascular os danos são reais e cada vez mais comuns. Há um número crescente de relatos de episódios de ansiedade relacionados ao estresse do dia a dia e ao desenvolvimento da doença arterial coronária, inclusive com possibilidade de infarto do miocárdio até mesmo em pacientes jovens.
O transtorno da ansiedade pode gerar uma série de efeitos no corpo, como acelerar os batimentos cardíacos, levar ao mecanismo de vasoconstrição (diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos) e o aparecimento da hipertensão arterial, obesidade e diabetes. Em pessoas com carga genética ou fator de risco (o tabagismo, por exemplo), a consequência pode ser o desenvolvimento mais rápido da doença arterial coronária.
A ansiedade pode ainda ser a responsável pelo aparecimento de arritmias, entre elas a fibrilação atrial, ou seja, uma contração desordenada da musculatura atrial do coração que, em muitos casos, levam ao aumento dos batimentos cardíacos com sensação de mal-estar e tontura.

Ansiedade cardíaca

E a relação entre ansiedade e o sistema cardiovascular não para por aí. Desde o início dos anos 2000, o universo da cardiologia reconhece um tipo de ansiedade específica relacionada ao coração, a chamada ansiedade cardíaca (AC). Exemplificando: trata-se do medo de estímulos e sensações relacionadas a sintomas e manifestações cardíacas, consideradas negativas ou perigosas pelo paciente.

Ansiedade tem cura?

Muitas pessoas sentem-se ansiosas por não saberem lidar com o grau de exigência pessoal, por não conseguir organizar-se dentro do tempo necessário para as coisas e também pela preocupação ou expectativa excessiva com o futuro. Pode parecer um pouco difícil tratar e se livrar de vez da ansiedade, mas com um pouco de disciplina, autopercepção e tratamento especializado é possível controlar esse transtorno.
Se você apresenta os sintomas que mencionei acima de forma persistente e de difícil controle, que já perduram por meses, é fundamental buscar ajuda profissional para interromper esse processo. A avaliação com um médico ou psicólogo será capaz de indicar o tratamento mais qualificado para você. Em alguns casos, é necessária a atuação de uma equipe multidisciplinar, que também pode envolver profissionais da área da cardiologia.

Kakau Fonseca é designer gráfico, artesã, aposentada. Tem algumas páginas no Facebook, uma chamada O Amor está no Ar. Que fala sobre o Amor, Kakau & Fonseca que é sobre artesanato, e a Bebe e Cia onde o tema é infantil e tem a Loja de artesanatos para Bebê e Cia. E dois grupos um de Dicas de Costuras Criativa e Artesanato e o outro que fala de viagem: Para viajar basta existir. Um Blog: Eu sou assim e no Google +, Viajar é Preciso.  O lema da Kakau é: Faça o que você gosta do que Faz.




segunda-feira, 25 de março de 2019

BONECA DE PANO POÁ

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Boneca de pano toda costurada para brincar. Áreas de desenvolvimento. Atividades manuais. Coordenação motora, fantasia, imaginação. Faixa etária - a partir de o1 ano Garantia Exclusiva do fabricante Fabricação: Kakau Altura: 0.40 cm Largura: 0.25 cm Comprimento: 1.00 cm Peso: 160 g Código do produto: 1002

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Criança precisa BRINCAR. Toda de tecido. Em tricoline. Saia pintada à mão. Toda Costurada. Só as pulseiras são coladas Altura: 20.00 cm Largura: 12.00 cm Comprimento: 1.00 cm Peso: 40 g Código do produto: 1001

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Boneca para Brincar De pano, toda costurada. A partir de 01 aninho. Altura: 40.00 cm Largura: 25.00 cm Comprimento: 1.00 cm Peso: 120 g Código do produto:1000

sexta-feira, 15 de março de 2019

A MINHA MÃE AMADA SE FOI...


A morte não é para sempre, não é o fim. Dizer adeus foi apenas uma maneira de dizer que sentirei a sua falta até nos encontrarmos de novo.
O ano de 2019, não começou muito bem, a minha mãe Iracema, já não era mais a mesma depois que levou um tombo, ficou com as pernas toda roxa, mas não quebrou o que já era bem importante.
A partir desse tombo, ela ficou com medo de andar só, até mesmo pela casa. E já tivemos que ter mais cuidados com ela. Por ela ter o "mal de parkinson" ela ficou mais debilitada, a atenção redobrada nossa.
Com o passar dos dias começou a reclamar de falta de ar, e tivemos que levá-la para o hospital onde ficou internada, com diagnóstico de Pneumonia e depois de indas e vindas, ela nos deixou num sábado, às 10:58 do dia 09/03/2019, coincidência ou não, no mesmo dia do aniversário do meu tio Chico, irmão dela que morreu  já uns anos.
Hoje dia 16/03/2019 fomos à missa de sétimo dia.
Eu ainda às vezes nem acredito que ela se foi. Tenho muitas saudades que chega a doer muito.
Sei que ela descansou, e está num lugar melhor. Mas no fundo, eu a queria bem pertinho de mim.
A sua morte deixou uma dor que nada pode curar, mas o nosso amor deixou lembranças que ninguém pode apagar. Quando morremos, deixamos atrás de nós tudo o que possuímos e levamos tudo o que somos. Todos querem ir para o céu, mas ninguém quer morrer.

Minha mãe Iracema Lopes Pereira - nasceu em 26/11/1929 e se foi 09/03/2019




AMO DEMAIS!!!!





terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

O QUE VOCÊ SABE SOBRE O AMOR?



Os filmes que se escolhe para assistir numa noite de solitude, o livro que fisga os olhos na prateleira, o sertanejo apaixonado ou aquela clássica MPB que se ouve no carro... mas, sobretudo, nossas escolhas e expectativas no âmbito do amor, dizem bastante sobre nós.
É provável que poucos sejam aqueles que não nutriram em algum momento da vida algum tipo de expectativa romântica, desenhando conforme suas experiências, e também conforme o discurso sobre o amor veiculado pelos romances, a imagem de uma companhia ideal. E poucos são também aqueles que conseguem transpor a tendência geral de padronizar aspectos físicos e inclusive psicológicos - que separam de um lado candidatos em potencial para ocupar o lugar de "metade", e de outro aqueles que "nem pensar" - vencendo a inclinação à fantasia.
Se traçarmos um paralelo entre as estórias de amor registradas ao longo dos séculos, poderemos nos deparar com o que se poderia chamar uma História do Amor. Essa é a história que se fragmenta em milhares de livros e filmes que nos influenciam desde a infância. Mas é também, na verdade, um registro histórico que mais trata da ideação romântica do que, de fato, das relações amorosas. Dessas relações, as que ocorrem no campo do real, não se tem uma História e, sobre o que não há registro, é comum que pouco se possa compreender e, principalmente, definir.
Talvez resida aí um dos fatores que transformam o amor em algo tão indefinível, que escapa muitas vezes ao campo da linguagem. Até porque, comparado ao que acontece nos cinemas e nos livros, é comum que algumas pessoas sintam que jamais encontraram ou encontrarão o tal amor.
Ocorre, dessa forma, um imaginário que faz a fusão entre o sentimento amoroso com o ideário romântico, quando estes não são a mesma coisa. Vale a pena refletir, nesse ponto, que nosso tamanho interesse por ouvir e dizer sobre esse tema acaba por nos fazer incorrer no risco do fascínio pelo discurso sobre o amor, ocasionando a construção e manutenção de expectativas tão românticas que acabam por brigar com a atual possibilidade de encontro. Não é de se espantar que o maior tema de canções, filmes e desabafos sofra recorrentes generalizações, metonimizações, hiperbolizações.
O grande desencontro que tem marcado as relações amorosas encontra assim uma das muitas explicações possíveis: o descompasso entre dinâmica das relações nos dias de hoje e a resistência de um romantismo por vezes caduco (e caduco porque homens e mulheres já não são mais os mesmos do final do século dezoito). Um aspecto relevante ainda é que, ao definirmos nosso objetos amorosos/românticos, é comum que ainda nos utilizemos de palavras que traduzem conceitos que já sofreram transformações, o que termina por reforçar fantasias que não suprem a complexidade que reside em relacionar-se com alguém na pós-modernidade. A título de exemplo raso, continuamos a classificar as pessoas em: "príncipes", "princesas", "heróis", "bruxas".
Para além das influências da escola romântica, que não devem ser desconsideradas, há ainda implicações de outras ordens, que se referem às singularidades presentes nas nossas histórias de vida, modelos de relações que testemunhamos e recursos emocionais que construímos para lidar com o mundo. Todos esses fatores influenciam os nossos desejos amorosos.
Existe uma grande tendência a estabelecermos requisitos para amar alguém, justamente porque normalmente é aceita a ideia de que o amor é algo que independe do "sentente" (um maravilhoso termo cunhado por Guimarães Rosa para se referir a quem sente algo, justamente porque sugere ação, e que difere de "sentidor"). Sentir amor pressupõe disposição, abertura, transposição de determinados mecanismos de defesa (estes que são construídos e reforçados com bases nos tantos fatores mencionados), e a aceitação da responsabilidade por se abrir a um sentimento que requer nutrição, clareza e bom senso. É, bom senso!
A deposição de expectativas estratosféricas no outro diz sobre nós. E diz que nossos anseios podem se relacionar, por exemplo, à delegação de responsabilidades que são singulares, inerentes a cada um. E diz ainda sobre nossas tendências ao auto-engano, por meio de exigências absurdas ou de nossas fugas.
Pensar o amor no tempo presente significa dizer que o amor pede agora novas ferramentas emocionais do ser amante, porque acontece noutro espectro. Acontece no espectro em que a dependência (seja de que ordem for) não é mais a única possibilidade de laço; no espectro em que, apesar da falta de tempo imposta a todos nós pelo século vigente, a manutenção do amor ainda pede cuidados diários, e que são tão possíveis porque dizem justamente de coisas pequenas, e não probatórias ou mirabolantes.
Na medida em que o amor for visto e aceito como um sentimento singelo, será mais leve carregá-lo junto ao peito. E aqui vale citar Mia Couto, quando diz: "grandes palavras escondem grandes enganos". Na medida em nos despojamos de fantasias de ordem secular, poderemos nos aproximar da possibilidade real de fazer uma ponte com alguém. E uma ponte é sempre o que une dois "terrenos" diferentes, individuais, em mesma uma sintonia e que demanda construção e manutenção. A realidade tem demonstrado que, enquanto ponte, o amor é feito de matéria permeável às intemperanças, mas que, com o devido cuidado e perseverança, pode atravessar esse quase século que resume a estória de alguém.
A falha é humana, e não só é humana, como compõe o humano, e a idealização já não encontra mais terreno onde ser semeada. A idealização, na verdade, não é justa com o outro. Há uma música composta por Herbert Vianna e João Barone, de nome Esqueça O Que Te Disseram Sobre O Amor, que diz: "Esqueça o que te disseram/ sobre casa, filhos e televisão/ É preciso sangue frio pra ver/ Que o sangue é quente/ Esqueça a regra e a exceção/ é mais real, cru e fascinante."
É claro que nossas representações estão presas a bases bastante resistentes, mas é sinal de crescimento a aceitação de que a realidade frustra algumas das expectativas que assimilamos ao longo da vida, e necessário analisar o quanto estas mesmas expectativas conversam com a realidade que se apresenta. Ou correremos o risco de passar a vida toda buscando o que, por ventura, já encontramos. Na história do amor, o amor é o que aprecia o livro, e não o que mora nele.


© obvious: http://obviousmag.org/deletrear/2016/historieta-do-amor-e-outras-estorias.html#ixzz5eiNxOzcn 
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POR TATIANE CRIS NUNES

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

BOLSA DE COLOSTOMIA


A britânica diz que fica feliz ao receber mensagens de pessoas que viram suas fotos e agora conseguem aceitar melhor o corpo com o uso do acessório

Bethany Alice Gallagher é uma jovem de 24 anos que, aos 16, foi diagnosticada com Doença de Crohn, condição inflamatória do trato gastrointestinal. Após passar por uma cirurgia como parte do tratamento, em 2017, ela precisou usar uma bolsa de colostomia. Desde então, a britânica posa com orgulho de roupas íntimas e biquíni para inspirar e transmitir confiança para outras pessoas com doenças intestinais e, principalmente, mulheres.
Após passar anos de surtos com diarreia, vômitos, sangramento e perda de peso excessiva, Bethany precisou operar e passou a usar a bolsa de colostomia . Ela também sofria com dores incapacitantes e precisava ir ao banheiro até 45 vezes em um único dia.

No começo, os pais não queriam vê-la usando o acessório. “Eles pensaram que eu teria problemas para aceitar meu corpo . Não queriam ver a garotinha deles passar por isso. Então, criei uma conta [no Instagram] para postar fotos e mostrar a elas que estou bem e orgulhosa do que passei”, declara.

Segundo ela, a bolsa salvou sua vida e serve para ajudar outras pessoas. “Recebo muitas mensagens de gente dizendo que minhas fotos as inspiraram e, agora, elas caminham pela praia de biquíni pela primeira vez. Eu amo isso. Não ajudou somente aos outros como também a mim”,